15
ago
Livro: O Príncipe da Névoa – Carlos Ruiz Zafón
Categorias: Livros

 

Oi todo mundo!

Hoje estou inaugurando uma nova categoria aqui no blog, onde farei resenha de livros em vídeo.

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E o primeiro livro da série será O Príncipe da Névoa de Carlos Ruiz Zafón. Eu li esse livro muito rápido, comecei em um dia e terminei no outro a tarde. É uma história de suspense, magia e mistério.

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Sinopse: Em 1943, a família do jovem Max Carver muda para um vilarejo no litoral, por decisão do pai, um relojoeiro e inventor. Porém, a nova casa dos Carver está cercada de mistérios. Atrás do imóvel, Max descobre um jardim abandonado, contendo uma estranha estátua e símbolos desconhecidos. Os novos moradores se sentem cada vez mais ansiosos: a irmã de Max, Alicia, tem sonhos perturbadores, enquanto ao outra irmã, Irina, ouve vozes que sussurram para ela de um velho armário. Com a ajuda de Roland, um novo amigo, Max também descobre os restos de um barco que afundou há muitos anos, numa terrível tempestade. Todos a bordo morreram na ocasião, menos um homem – um engenheiro que construiu o farol no fim da praia. 
Enquanto os adolescentes exploram o naufrágio, investigam os mistérios e vivem um primeiro amor, um diabólico personagem surge na trama. Trata-se do Príncipe da Névoa, um ser capaz de conceder desejos a uma pessoa, ainda que, em troca, cobrasse um preço demasiadamente alto. 

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Eu fiquei encantada com essa sinopse e fui correndo ler, e foi o melhor livro que li até hoje. Eu não sabia que eu gostava de histórias de terror/suspense, porque filmes assim eu não assisto, mas o livro, apesar de ter me arrepiado em vários momentos, foi uma leitura deliciosa. O livro é muito bem escrito e os acontecimentos se desenrolam rápido. Adorei, sem contar que eu só consegui largar o livro quando terminei.

Assistam o vídeo abaixo onde falo um pouquinho da minha experiência de leitura. Assistam em HD 720p. Não reparem pois eu falei “personagem principal” umas 50 vezes no vídeo huahauha.




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13
ago
Desejo do Dia: Livros do Scott Westerfeld
Categorias: Livros

 

Olá meninas

Antes de qualquer coisa, esse não é um Publi sobre o Skoob (bem que poderia.. estou aberta a negociações hauha).

Desde que eu criei um usuário para mim no Skoob, estou muito mais viciada em livros que antigamente.

O Skoob é uma rede social para Bookaholics hauhauah, mentira, é uma rede onde você interage com outros leitores, cria sua estante virtual, estabelece metas de leitura, pode fazer trocas de livros com outros leitores e pode ler resenhas e avaliações de todos os livros do mundooooo. Sério, estou muito empolgada.

E por ficar futucando o Skoob o dia todo, tenho lido muito sobre esses livros do Scott Westerfeld, e estou desejando essa trilogia Feios. O último livro, como li em vários lugares é um Extra desnecessário para a série, mas já que existe, eu quero ler rs.

Feios-size-620 - Cópia

Lá no Skoob podemos adicionar os livros que já lemos, os que temos, os que queremos, etc. É muito legal. Se você gosta desse assunto, curte ler, vale a pena visitar e criar uma conta se for do seu interesse.

Feios-size-620

Ah, e se você criar uma conta lá, não esquece de me adicionar ok? Veja o meu perfil clicando aqui.

Quem de vocês já leu esses livros? Me contem.

Bjos




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21
jun
Livro: A menina que roubava livros
Categorias: Livros

 

Olá meninas, tudo bem?

Já faz um tempinho que comprei esse livro, e juro pra vcs que eu tentei ler… tentei mesmo.. acreditem rs.

Li até a página 120 e parei pois achei tão chato, mas tão chato, que não consegui mais ler. Mas confesso que todos os dias olho pra ele com vontade de ler.. mas  quero ler do início denovo, porque não lembro de mais nada (pra vcs verem qt tempo faz). Mas depois que li esse resumo, fiquei arrepiada e louca para devorar o livro. Eu nem imaginava que o livro se transformaria em algo tão surpreendente. Depois quando eu terminar de ler, volto aqui para contar.

A narração deste livro expressa uma sensibilidade que não poderia ser humana, ela é feita toda pela “Morte”. Apesar da afirmação “Eis um pequeno fato, você vai morrer” ela  nos conta a trajetória da menina que roubava livros com uma simplicidade e suavidade capaz de esmiuçar os diferentes sentimentos humanos, sejam eles bons ou maus.

A história se desenrola na Alemanha, no período nazista. A Morte conta que havia mantido contato direto com a menina Liesel, principal personagem do livro, em três ocasiões: na morte de seu irmão menor, quando estava para ser adotada; na morte de um piloto aéreo das forças inimigas, na presença de seu melhor amigo, Rudy; e na morte de seus pais, quando a rua em que moravam fora completamente destruída pelos bombardeios da guerra.No início a Morte descreve com uma singeleza que beira a candura o seu trabalho, ao relatar como levou a alma do irmão de Liesel, quando eles estavam sendo levados para a adoção, dizendo que ao descer do trem “havia uma alminha em meus braços”. Em várias passagens a Morte expressa sua incompreensão referente as diferentes atitudes humanas, indo de um extremo ao outro. Neste momento a Morte também admitiu ter cometido o erro de se distrair, deixando-se levar pela curiosidade da história da Roubadora de Livros. O primeiro livro, O Manual do Coveiro, ela roubara sem querer no enterro de seu irmão, aos nove anos de idade. O auxiliar de serviços funerários o deixou cair próximo ao túmulo e ela o ajuntou instintivamente, levando-o consigo. Passado o episódio da morte do irmão Liesel chega a sua nova casa, conhece seus pais adotivos, Hans e Rosa Hubermann. A mãe é muito mal educada, usando sempre palavrões, mas em compensação o pai é muito dedicado e amoroso. Começa-lhe a ensinar a ler melhor, usando o livro que ela trouxera consigo. Nas noites em que ela acordava em meio aos pesadelos com seu irmão, o pai lia e tocava acordeão, contando-lhe histórias até a madrugada. Esses eram os momentos mais felizes de Liesel, que com o passar do tempo percebeu o quanto a mãe Rosa também lhe amava, apesar da rudeza das palavras. Neste meio tempo a guerra começa a situação econômica se complica. O pai de Liesel não se havia filiado ao partido nazista, sendo-lhe mais difícil arrumar trabalho. Liezel ajuda a sua mãe de criação ao buscar e levar as roupas que ela lavava para as famílias mais abastadas, normalmente em companhia de seu amigo e não assumido amor Rudy. Neste meio tempo, Liesel também teve que guardar um segredo. O seu pai escondia no porão um judeu, Max, filho de um amigo que o salvara na primeira guerra. Com Max Liesel desenvolve uma relação de amizade muito forte, mas depois de um longo período ele teve que sair do seu esconderijo, porque os nazistas fariam uma vistoria nas casas. Reencontrou Max no final da guerra. O segundo livro Liesel o roubou numa fogueira na qual queimaram livros e artigos considerados contra o sistema. A guerra avançando e os clientes de Rosa começaram a dispensar-lhe o serviço. Um certo dia a mulher do prefeito, Ilsa, também lhe dispensou os serviços, dando-lhe um livro de presente para Liesel. Inicialmente ela o aceitou, mas depois o devolveu dizendo que não precisava de suas esmolas. Alguns dias depois retornou acompanhada de Rudy, entrou furtivamente pela janela e o roubou. Assim, sempre que ela se sentia angustiada com as situações difíceis do dia a dia ela voltava a biblioteca e levava outro livro, embora a Sra. Ilsa sempre soubesse. Os ataques da guerra começaram também a atingir a Rua Himmel, onde Liesel e Rudy moravam. Sempre que eram alertados todos os moradores se dirigiam a um abrigo subterrâneo, onde o medo tomava conta de crianças e adultos. Liesel começou a ler em voz alta para todos, perpetrando nela a paixão pelos livros e pelas palavras. Foi exatamente isso que lhe salvou a vida. Numa noite em que houve um ataque sem aviso prévio a rua foi completamente destruída. Seus pais, seus vizinhos e seu amado, mas nunca confessado Rudy, morreram dormindo, enquanto ela estava escrevendo no porão esta história. Quando os bombeiros chegaram encontraram uma menina de quatorze anos viva entre os escombros. A Morte que recolhia as almas por ali ficou surpresa. Ela viu a menina agarrada ao seu livro, que caiu de suas mão ao perceber que todas as pessoas que amava estavam mortas. A Morte sorrateiramente agarrou aquele exemplar, pois havia se distraído mais uma vez. Este livro a Morte o mostrou a Liesel, muito anos mais tarde quando a foi buscar junto a seu marido, seus filhos e netos em Sidney, na Austrália. Liesel ficou surpresa ao ver seu livro tantos anos depois e enquanto acompanhava a Morte tranquilamente, ouviu ainda o seu comentário, “Os seres humanos me assombram”.Um livro com uma linguagem simples e acessível, com um enredo ágil, fácil e envolvente, abordando a natureza humana com uma ingenuidade somente possível pela Morte.

Fonte:  http://www.ovendedordelivros.com.br

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